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MALANDRAGEM COMO VOZ DO MORRO

  • revistaamplificamais
  • 19 nov. 2020
  • 1 min de lecture

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O mestre quando o assunto é coco e partido alto, Bezerra da Silva, era conhecido por ser o porta voz do morro, que, com malandragem, revelava sua consciência quanto à realidade cotidiana das favelas.


Na capa de “Eu Não Sou Santo”, disco de 1990, Bezerra representa um Jesus negro crucificado, alertando para o racismo de nossa sociedade que dia após dia se adapta sem deixar de existir, marcando as vidas negras que são condicionadas a regiões marginais de grandes centros.


Repensar as vítimas de um descaso estatal se mantem necessário em um cotidiano de pessoas que sobrevivem a uma favelização, sintoma de um Estado ausente em suas vidas. Estado que acaba sendo utilizado como ferramenta para uma branquitude operacionalizar o racismo!


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