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LUEDJI LUNA

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O som indomável de Luedji Luna!

Nascida em Salvador, Luedji Luna é cantora, compositora e filha de ativistas políticos negros. Iniciou sua carreira artística no movimento literário "Palavra Preta", e seu álbum de estreia, "Um Corpo no Mundo",  lançado em Out. 2017. Nele ela retrata a diáspora africana, fala sobre a força da mulher negra e a partida da Bahia que causa  uma alegórica saudade.

 

Nomeada no Latin Grammy e com dois álbuns lançados e um EP a artista conseguiu já consolidar sua posição nesta nova geração de música brasileira, que traz muito frescor e novas formas de interpretar a música popular do Brasil.

 

Luedji Luna canta, como ela mesma diz, suas próprias verdades, e a verdade de milhões de afrodescendentes e mulheres do Brasil. Intensa e intimista em suas letras, a artista entrega uma obra de vivências pessoais, da potência à superação.

Em seu novo show Luedji no palco vibra alto sobre resistência, com um discurso essencial sobre o movimento negro, trazendo debates necessários sobre racismo e aprisionamento, LGBTQIA+fobia e genocídio.

 

Três anos se passaram de "Um Corpo no Mundo" e depois da turnê internacional de 2019, na metade de outubro de 2020 Luedji lança o segundo álbum, "Bom Mesmo É Estar Debaixo D'água". Atravessada pela maternidade, Luedji Luna cria uma narrativa que dá continuidade ao álbum de 2017, uma narrativa de mulher preta em um mundo que diferencia cada um pela cor da pele e pelo gênero.

O segundo álbum da artista mistura ritmos, letras e poesias que vem para consolidá-la como um dos grandes destaques do que seria o “neo MPB” brasileiro. Com parte das gravações das músicas feitas em países da África, como Quênia, Burundi e Madagascar, com participações de músicos locais e coprodução do guitarrista queniano Kato Change, a junção de jazz, R&B, MPB e ritmos africanos recheia – e transborda – as doze faixas da obra que colocam a artista falando em primeira pessoa sobre amores, desamores, humanidade, desejo e sentimentos.

 

Quando o suave jazz-funk de "Chororô" segue para um cover de "Ain't Got No", fica evidente a relação ideológica de Luna com Nina Simone. Como Simone, Luedji Luna está lutando para ser um indivíduo complexo em uma indústria que prefere seguir a linha de submissão. Luedji Luna consegue transitar por esses temas espinhosos com leveza na sua voz e uma mistura de ritmos por hora dançante, por outra contemplativa, de temas diversos:  afeto, abandono, genocídio negro, ancestralidade, empoderamento, espiritualidade, cura, e dos orixás com intensa carga poética. 

 

Alguns segundos de imersão debaixo de uma onda que envolve e acalma. Sob águas cristalinas, ouve-se a voz de Lande Onawale, poeta brasileiro que canta a introdução “Uanga” repetida em duas linhas: “O amor é coisa que moí, muximba/E depois o mesmo que faz curar”, assim começa o álbum visual. Após ganhar a categoria “álbum do ano” no WME Awards Music, o álbum visual, dirigido pela cantora, foi vencedor da premiação no Music Video Festival como “melhor vídeo nacional em formato estendido”.

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